Olá, amigos!

A Rede Omnes Angeli foi criada para ajudar a causa animal, com divulgação clara, incisiva e responsável de artigos com relevância para os amantes de animais.

Essa rede é formada por um conjunto de mídias, como esse blog, Twitter, Facebook, Youtube e dois endereços de e-mail para as futuras interações com vocês.

Nosso objetivo é divulgar campanhas de auxílio a essa causa, como programas públicos (ou com parcerias) de castração e vacinação, artigos sobre saúde e bem-estar dos bichinhos, etc.

Não possuímos abrigo, nem fazemos resgates de animais.

Sua participação será muito bem vinda!

Claudia Pinelli® e Blog Omnes Angeli®

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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Você faz o Check-list do Bem Estar em seu Pet?

Diego



Assim como a gente, cães e gatos sentem indisposição e até mal estar nos dias de calor. Por isso, é importante revisar alguns cuidados básicos a fim de que eles não sofram durante a estação mais quente do ano.

Confira:

  1. Hidratação - "Sempre verifique se existe água e quantidade abundante à disposição de seu pet. Ela deve ser limpa e fresca e estar fora do alcance do sol" destaca a veterinária Carla Storino Bernardes, da Cobasi(SP)
  2. Exercício - Escolha os momentos mais frescos do dia para sair com seu cão. O cuidado evita que o chão quente queime as patinhas do seu amigo. "Já os gatos gostam de brincar, porém no verão evite os excessos e incentive uma rotina mais tranquila" diz.
  3. Pragas - Pulgas e carrapatos encontram as condições ideais para se proliferarem no verão. Mantenha seu animal protegido com a medicação adequada. Para não ter erro, consulte um veterinário.
  4. Refúgio - O animal precisa ter um cantinho fresco, com boa ventilação e protegido do sol para repousar. Você pode deixar a caminha mais atraente para ele, cm uma tática simples. Coloque nela uma bolsa de gelo coberta por meia, toalha ou paninho. A sensação de frescor é imediata.



Fonte: Revista Máxima







Compre aqui: E-book Cão Saudável



terça-feira, 11 de abril de 2017

Você quer ter um cão saudável?





O E-book "Cão Saudável" tem como objetivo alertar a todos os criadores de cães sobre o perigo que se esconde por trás das rações industriais, mostrar-lhes que existe uma solução para isso e ensiná-lo a preparar Alimentação Natural para o cão da melhor forma e mais prática possível.
  
Este material conta com mais de 92 páginas divididas em 6 capítulos - além de todos os bônus que acompanham (como por exemplo um e-book repleto de receitas saudáveis e fáceis de serem preparadas).
Em "Cão Saudável", é abordado desde o que é Alimentação Natural - esclarecimentos dos especialistas que a defendem, os perigos da ração industrial, pesquisas cientificas internacionais mostrando os perigos da ração industrial - até como oferecer a Alimentação Natural, em que quantidade, o que pode e o que não pode ser feito.

Esse E-book é um divisor de águas no relacionamento de um cão com seu dono. Após a leitura, o dono perceberá a importância da Alimentação Natural e como ela pode aumentar a qualidade de vida do animal e também sua longevidade.




Compre aqui: E-book Cão Saudável

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Chega de hipocrisia! Ninguém é totalmente isento.






Não fico citando empresas que não testam em animais porque, tenho um pé atrás com relação a isso, e na verdade, quase 100% das empresas testam em animais direta ou indiretamente. 


Quando uma empresa diz: "Não testo em animais", por um lado, é verdade, porque eles não testam seus produtos prontos em animais, mas por outro lado, também mentem, porque geralmente contratam esses institutos para fazerem o teste de alguma matéria-prima ou tem, em seus produtos, algum ingrediente que foi testado em animais. 



Quem souber de alguma empresa 100% isenta, fala aí... 


Meu sonho seria nenhum animal servir de cobaia para testes de remédios, cosméticos, etc. Infelizmente, enquanto as leis não forem modificadas, ou seja, enquanto empresas não forem praticamente obrigadas por alguns governos a fazer testes de algumas substâncias em animais, antes de serem comercializados em seres humanos, isso vai continuar a ser apenas um sonho.

Mas é chato pacas também esse bando de radicais que se acham melhores que os outros, apenas porque são vegetarianos ou vegan. Conheço gente que odeia animais e são vegan, por outros motivos que não o da ética; e o contrário também, gente que ama animais, e mesmo que esteja num processo consciente de abstinência, ainda come carne de vez em quando. Radicalismo seguido de leviandade é um saco! Quer ser vegan? Parabéns! Mas não será melhor do que ninguém apenas por esse motivo.

Outra coisa, sabia que um dos produtos utilizados na fabricação de mouses de computador é testado em animais? Portanto, os computadores estão proibidos para os hipócritas.





Bjo,




Claudia Pinelli.



Informação nunca é demais: Fellipe e East to West Skincare




Compre aqui: E-book Cão Saudável


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Falando de testes em animais...




Apesar de ter alguns bons argumentos, e com alguns eu até concordar, ele:

1 - "acha" demais;

2 - está mal informado, pois existem, sim, fotos dos animais mutilados; e

3 - como escrevi em outra ocasião, ele também repete um discurso hegemônico e é mais um na multidão cega que não sabe distinguir (algumas vezes soando proposital, inclusive) ativista e "terrorista", colocando, de forma até leviana, todos no mesmo saco.

O que me leva à conclusão de que informação é sempre bem vinda, mas devemos, antes de qualquer coisa, duvidar de tudo, ter o conhecimento necessário para digerir as informações que chegam até nós e para não considerarmos nada, a priori, como uma verdade absoluta. 




Bjo,




Claudia Pinelli.

Somos a voz dos quem não têm voz!





Que o ativismo de defesa animal é um movimento antigo (minha mãe já fazia isso sem saber), sério e feito como um trabalho de formiguinha, muitas vezes solitário e anônimo, já que a maioria de nós age sem ajuda alguma de ONGs ou de qualquer esfera de governo, todos deveriam estar conscientes.

Que a polícia, infelizmente, é uma instituição despreparada, violenta e concebida para defender as elites, creio que todo mundo concorda, pois tem sido assim desde que foi inventada.

Que sua ação é truculenta e, frequentemente, desproporcional ao "delito" a ser combatido também já nos é algo familiar.

E é claro que não podemos aceitar essa atitude feito cordeirinhos, pelo contrário, devemos nos impor contra esses desmandos.

Mas me nego a crer que alguns protetores não consigam enxergar que esses grupos infiltrados não querem ajudar movimento algum!

É óbvio o fato de que eles só querem minar com qualquer forma de protesto pacífico. Quando chegam é para queimar, quebrar e agir de forma arbitrária com a mídia, transeuntes e inclusive com os próprios ativistas, levando, assim, ao descrédito no propósito original de tudo. Sempre.

No caso do Instituto Royal, isso ficou bem claro na reportagem de Guilherme Santana em que um dos tais "blocs" gritou mais ou menos assim: "Aqui é bloqueee! Quem está na linha de frente é bloc!"

Sério? Linha de frente?

E mais... Será que a forma mais inteligente de protestar contra a Globo é mesmo quebrando vidros e queimando carros da empresa? Se eu tivesse 14 anos diria que sim.

Alguém chamou essas pessoas?

E esta minha crítica ficou ratificada, nesta mesma reportagem, na indignação de uma ativista quando afirma que todo o seu trabalho árduo poderia ter sido colocado a perder por causa de uma minoria.

Na humilde opinião de quem já teve 14 anos um dia, depredação ou qualquer ação mais extrema só seria aceitável, numa análise estritamente romântica do assunto, se o movimento organizado, como um todo, estivesse de acordo com o ato, até para o caso de se assumir a autoria e de ser, porventura, punido por isso.

Definitivamente, não gosto de ver esse trabalho sendo confundido com vandalismo sem o nosso consentimento. 


Vândalos, só se for uma escolha nossa!


Claudia Pinelli.

domingo, 20 de outubro de 2013

Esclarecimento!






Creio que, sobre o episódio do salvamento dos cães no #InstitutoRoyal, se faz necessário um breve esclarecimento.

Aquelas pessoas que estavam na porta do citado Instituto e invadiram o lugar para SALVAR animais em sofrimento atroz, não são, em sua imensa maioria, terroristas ou vândalos, são PROTETORES DE ANIMAIS! Conheço muitos deles. 

Eles fazem o que o governo deveria fazer e não faz! 

E não cometeram crime de invasão de propriedade. 

Ninguém pode ser preso apenas por ter invadido um lugar, porque existe uma ressalva no próprio artigo 5° da Constituição que afirma que, se há flagrante delito (maus tratos ou lesões corporais, por exemplo), é permitido a entrada, contanto que haja testemunhas. Ontem eram quantas testemunhas? Muitas! 

Isso não é uma prerrogativa só de policiais, não. Além disso, qualquer pessoa pode prender outra em flagrante e encaminhá-la à delegacia. Logo, ontem, os responsáveis pelos maus tratos dos animais é que poderiam ser presos, não os invasores. 

Ainda juridicamente falando, se houve furto, esse se configura como furto em legítima defesa da vida! A VIDA é o bem jurídico mais importante de todo o Direito!

E para terminar, sempre haverá pessoas que se infiltrarão em qualquer movimento, e com a proteção animal não seria diferente. Quero deixar claro que, assim como eu, os protetores não apoiam qualquer tipo de vandalismo e atos de barbárie. As pessoas que entraram no #InstitutoRoyal e quebraram laboratórios e outras coisas (se é que isso, de fato, aconteceu), com certeza, não eram protetores! 

Tenho a clara sensação de que, como movimento, é muito importante que nos mantenhamos unidos (sem brigar entre si), e que nos separemos, de forma inteligente, de outros tipos de interesses, sem uma cara definida, claramente anárquicos e oportunistas, misturados estrategicamente em todos os movimentos, numa espécie de liderança-monopólio, para que assim a causa animal não seja confundida com vandalismo, nem prejudicada por causa dessa confusão. 

Os protetores sérios sempre irão discordar em alguma coisa: na forma de agir, de falar ou de tratar os adversários, mas ainda acredito que existirá o respeito.

O que precisamos, de fato, é de cautela na hora de seguir uma voz. Essa voz pode ser apenas uma distorção.



Bjo,



Claudia Pinelli.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Madrugada de terror!




Passei a noite e madrugada angustiada, junto com outros protetores online, acompanhando o caso #Institutoroyal e fazendo a única coisa que poderia fazer naquele momento: retuitar e compartilhar os apelos e necessidades dos bravos protetores que estavam lá, esperando que mais gente visse aquilo e, que por sua vez, também compartilhasse. 

Muito obrigada a todo mundo que ficou comigo e que me ajudou nessa luta eterna. 

Não tenho vergonha de defender seres indefesos. Faço isso desde criança e continuarei fazendo até morrer. 

Tenho vergonha é de pertencer a uma raça que tortura, mutila, mata e se considera a dona de tudo no Universo. 


Bjo,


Claudia Pinelli.





Fotos: em.com.br

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Como se livrar do cheiro de xixi





Essa semana uma de nossas voluntárias nos mandou um recado logo cedo: os gatinhos temporários fizeram xixi no sofá!! E agora, como tiro o cheiro?

De modo geral, gatos são animais asseados, meticulosamente limpos, gostam que sua caixinha esteja sempre imaculada. Mas…acidentes acontecem, e por vários motivos:

um gato que está chegando a um novo lar pode fazer xixi fora do lugar devido ao stress e/ou para marcar seu novo território; os gatos residentes, que até então nunca fizeram nada errado, também podem começar a fazer xixi fora da caixinha por causa da chegada de um novo gato; a caixinha não está sendo mantida limpa da maneira como deveria. 

Se houve mudança na marca do granulado sanitário, pode ser que o gato não tenha gostado da nova marca, ou que a mudança tenha sido muito abrupta (sim, eles são frescos mesmo!); a caixinha não está em um lugar tranquilo o suficiente; gatos não castrados (inclusive fêmeas) irão marcar território borrifando em superfícies verticais, e esse cheiro é infinitamente pior que o do simples xixi.

Se não há nada de diferente na rotina do gato e ‘do nada’ ele começar a fazer xixi fora do lugar, MUITA ATENÇÃO, porque pode estar relacionado a um problema de saúde! Antes de ficar louca da vida com o gato, procure o seu veterinário e exclua a possibilidade de ser qualquer problema como cistite, infecção urinária, cálculo, diabetes, etc.



Credo, não vou usar essa caixinha fedida!


Independente do motivo, depois que o xixi está feito quem tem que viver com o cheiro somos nós. E cheiro de xixi de gato ninguém merece!! Mesmo que a gente limpe super bem, a possibilidade de ficar um resquício do odor é grande – talvez a gente nem perceba tanto, afinal nosso olfato é uma porcariazinha. Mas o olfato do gato…ah, esse é fenomenal, e ele vai sentir aquele resquício de cheiro, e achar que ali é um novo banheiro, e pimba, xixi de novo no mesmo local!

Existem vários produtos no mercado que prometem tirar o cheiro, mas o que vamos fazer aqui é passar uma receitinha que é muito eficaz, fácil e barata.

Ingredientes:
vinagre branco
bicarbonato de sódio
detergente de louça
água oxigenada a 3%

1. Se o gato fez xixi recentemente no carpete, tapete ou estofado, primeiro absorva o máximo possível da urina usando toalhas de papel ou uma toalha velha. Não esfregue, mas sim pressione com força a toalha sobre a área e vá trocando por limpas até que não absorvam mais nada.

Se o xixi é antigo e só sobrou o cheiro, você pode detectar o lugar exato usando uma lâmpada negra. Em um ambiente escuro a mancha de urina ficará fluorescente sob a luz ultra violeta. Ou, na falta de uma lâmpada dessa, você pode usar seu nariz e ir cheirando até descobrir o lugar exato :-)




2. Depois de secar a urina, umedeça a área com uma solução de 50% de vinagre branco com 50% de água. Coloque em um borrifador e borrife o suficiente para que penetre até as fibras mais profundas. Deixe agir por algum tempo. Depois do tratamento com vinagre seque o local o máximo possível. Você pode usar toalhas de papel como descrito acima.

3. Salpique uma porção de bicarbonato de sódio sobre a área afetada. Misture ¼ de xícara de água oxigenada a 3% com uma colher de chá de detergente para louça, e borrife a solução sobre o bicarbonato de sódio. (NÃO usar detergente para máquina de lavar louça!)

CUIDADO: não use água oxigenada mais forte do que 3% (ou 10 vol.), porque ela poderá descorar o tecido. Sempre use a solução em uma pequena área escondida antes, para testar.

4. Esfregue bem no tecido, escovando com uma escova de limpeza, escova de dente, ou mesmo usando seus dedos. Deixe secar. Depois de completamente seco aspire o bicarbonato seco que ficou. Use uma escovinha para soltá-lo, se necessário. Você pode ajudar no processo de secagem com um aquecedor ou ventilador.

Em algumas receitas que pesquisamos o bicarbonato de sódio (cerca de 1 colher de sopa) é misturado direto com a água oxigenada e o detergente. Essa receita é para áreas pequenas. Para áreas maiores aumente as quantidades proporcionalmente.




O ácido acético do vinagre irá neutralizar a amônia, e a água oxigenada é um oxidante poderoso capaz de matar as bactérias que causam o cheiro da urina. O bicarbonato de sódio é um desodorizador que absorve odores.

Importante: como a urina do gato contém amônia, nunca use produtos a base de amônia para limpá-la, isso só vai piorar o problema.

Pisos de madeira e de cerâmica também pode ser limpos com essa solução. A urina é absorvida pela madeira, portanto deve ser limpa o mais rápido possível. Pisos de cerâmica são mais fáceis porque não são tão porosos, mas o rejunte absorve o xixi rapidinho também. SEMPRE utilize a solução em uma pequena área escondida, para ver se não mancha!!

Xixi nos livros!!

Vixi, daí é complicado mesmo, e na maioria das vezes, o estrago é permanente. Mas, demos uma pesquisada e encontramos a seguinte dica, dada por uma bibliotecária gateira. Vale a pena tentar antes de dar o livro por perdido:

Se o xixi acabou de acontecer e o livro está molhado, antes de mais nada absorva o excesso com um pano ou toalha de papel (não esfregue!).

Coloque o livro dentro de um saquinho plástico tipo ziplock, grande o suficiente para conseguir abrir o livro e virar as páginas sem abrir o saquinho. Coloque um punhado de bicarbonato de sódio dentro do saquinho, e alise para tirar o excesso de ar (não precisa tirar tudo, só não deixe o saquinho ‘gordinho’).

Deixe o livro com o bicarbonato de sódio dentro do saquinho por alguns dias, e nesses dias, sempre que vc passar por ele dê uma sacudida para que o bicarbonato se espalhe. Abra o livro e deixe as páginas virarem enquanto o bicarbonato está ‘voando’ dentro do saquinho, para que todas as páginas entrem em contato com ele, principalmente perto da costura. Preferivelmente, faça isso umas 4x por dia, e no final do dia, tire o livro do saquinho, jogue fora o bicarbonato usado, e então coloque bicarbonato fresco novamente dentro do saquinho, coloque o livro, e feche novamente.

Pode levar alguns dias para o cheiro sair. Se levar mais do que uma semana, provavelmente o estrago foi tão grande que não tem conserto.














Link de redirecionamento: Resgatinhos

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Qual a maneira correta de levantar um cão?





Você sabia que carregar um cão de grande porte (ou pesado) apoiando no abdomen pode causar lesões nos órgãos internos deste animal?

Fique atento nas pet shops! Na hora do banho, se vir seu animal ou outro sendo erguido pelo abdomen, chame a atenção e ensine a forma correta.






Saiba a forma correta de carregar/levantar no colo seu grande amigo grande.

Donos de cães de grande porte esbarram sempre num problema que é a necessidade de carregar/levantar/mover seu amigo numa determinada situação, por exemplo, a mais comum, numa visita ao vet (naquela mesa de alumínio velha conhecida nossa!).

Sendo grandes e pesados, esses cães requerem uma forma cuidadosa e especial de manejo.

Outra situação comum é o banho. Invariavelmente, sempre levantavam, por exemplo, um Labrador, segurando pela barriga.

Se você tiver um cão de grande porte e precisar levá-lo ao banho, por exemplo, fique atento a esse detalhe.

Levantar um cão grande e pesado pela barriga é, além de extremamente desconfortável para o animal (imagine se você fosse suspenso por uma corda tendo todo o peso do seu corpo apoiado na sua barriga...), é muito perigoso, pois pode causar lesões sérias nos órgãos internos como a ruptura de alças intestinais (o mais comum).









Se sua cadela de grande porte estiver grávida, REDOBRE a sua atenção. Apoiá-la pela barriga, poderá causar danos perigosos e irreparáveis.



Img :http://confrariadosgalgos.blogspot.com/


Tenha sempre muito cuidado ao manejar qualquer cão, de qualquer tamanho. Pugs, por exemplo, considerados de pequeno porte também NÃO devem ser apoiados pela barriga.





img:http://pugsmeus2amores.blogspot.com



E isso acontece com cães de raças e tamanhos variados, qualquer cão. Use sempre seu bom senso.



Img:http://confrariadosgalgos.blogspot.com


E lembre-se que quanto mais pesado for o cão, maior poderá ser o dano causado.

Fonte: Pug Alice disse e Confraria dos Galgos



Bjo,


Claudia Pinelli.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Florais de Bach, Aromaterapia e Dicas Valiosas!





Não há pior época para os animais que as festas de fim de ano, isso porque o pânico que sentem com o barulho ensurdecedor dos fogos de artifícios, é negligenciado pela grande maioria dos humanos, que esquece que a audição dos animais, principalmente dos cães, é muito maior que a nossa!

Muitos animais fogem apavorados e acabam perdidos e/ou atropelados, outros ainda na ânsia de se livrarem do intenso barulho terminam enforcados em suas próprias correntes, alguns animais têm convulsões, há os que pulam das janelas de apartamentos, tamanho o pavor que sentem dos fogos. Não é difícil que um animal mude completamente seu comportamento após passar pela tortura de não ter como se livrar do intenso foguetório humano.

O pior de tudo é que nessas épocas, dificilmente se encontrarão veterinários disponíveis para um atendimento emergencial, daí, o mais acertado é prevenir. Vou indicar uma fórmula Floral prescrita pela Martha Follain, para que todo o relato acima seja evitado, pois é sem contra-indicação, nenhum mal poderá causar ao seu bichinho e ainda promoverá, certamente, a tranqüilidade de todos e a certeza de que seu animalzinho ficará muito mais sereno!




Florais de Bach:
ATENÇÃO: Quando for mandar manipular a fórmula Floral, lembre de avisar que a mesma NÃO poderá conter CONSERVANTES, portanto, O ÁLCOOL, A GLICERINA E O VINAGRE DE MAÇÃ estarão FORA!


Nesta fórmula, somente poderá entrar ÁGUA MINERAL, e, embora, nas farmácias de manipulação costumem dizer que esta fórmula só dura dois dias, NA GELADEIRA, ela durará QUINZE DIAS, com certeza!


Mande fazer, em qualquer farmácia de manipulação (aquela que avia receitas).


SUBSTÂNCIAS:


RESCUE + CHERRY PLUM + ROCK ROSE + LARCH + VERVAIN + SWEET CHESTNUT.


DOSAGEM:


Para aves pequenas: 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;


Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;

Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;

Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;

Para cavalos ou animais de grande porte: 30 gotas, 4 vezes ao dia, no bebedouro.

Para se ter absoluto sucesso no tratamento, é interessante que se tenha continuidade no mesmo, lembrando de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se a começar o tratamento, pelo menos, 5 dias antes do Natal e estendê-lo até o dia 3 de janeiro, já que algumas pessoas insistem em prolongar a barulheira!




Aromaterapia:


Pingue 1 gota de óleo essencial de lavanda e pingue a mistura no alto da cabecinha do animal, antes do foguetório.


No caso de aves, passar um pano no fundo da gaiola com 1 gota do óleo essencial de lavanda com ½ copo americano de água destilada.

Para cavalos (para não dispararem) - pingue cinco gotinhas de óleo essencial de lavanda + 5 gotas de óleo essencial de cipreste + 1 copo americano (200 ml) de água destilada na baia, etc.




IMPORTANTE: Procure uma boa loja de produtos naturais, ou farmácia de manipulação ou farmácia homeopática - compre óleos essenciais naturais. Os sintéticos, além de não provocarem o efeito desejado, ainda podem causar alergias respiratórias.

Para comprar por internet, óleos puros, naturais, com preços juntos e que a Martha Follain indica: http://www.phytoterapica.com.br/



São Paulo - SP - 11 31686111




Fitoterapia:
Macela tranquilizante: 2 copinhos de café – infusão – 2 colheres de sopa das flores secas para 1 litro de água – dar durante o dia;





Cromoterapia:

Acenda uma lâmpada de 40 watts azul, no local onde o animal vai ficar.



OUTRAS DICAS PARA AJUDAR NOSSOS AMIGOS:

Procure manter seus gatinhos num quarto fechado, confortável, com água, comidinha e, se possível com música suave, onde ninguém tenha acesso. Deixe, pelo menos, uma porta de armário aberta para que eles possam entrar caso entrem em pânico, os gatos são muito sensíveis!

Quanto aos cãezinhos também deverão ser mantidos num cômodo confortável, livres de correntes, com música suave, sem que pessoas estranhas tenham acesso ao cômodo.


NÃO deixe muitos cães juntos, pois o pânico que os rojões geram pode ocasionar brigas com consequências irreparáveis.

Saiba que é muito importante proteger seu animalzinho, seja qual for! Não faça com o outro o que não quer pra si próprio!


Se você não puder colocar os animais dentro de casa, coloque música suave nos canis e, de preferência, lembre dos FLORAIS E ÓLEOS ESSENCIAIS.








Fontes:


Fátima Borges - Professora de Português, Teatro Infantil, Poetisa, Artista Plástica, Vice-presidente da Ong. DAAJ-Defesa Animal e Ambiental com Apoio Jurídico.

Martha Follain - Terapeuta Holística: para animais humanos e animais não humanos - CRTH 0243

http://www.floraisecia.com.br/







Não deixe que seus peludinhos fiquem assustados com o barulho das festas de final de ano.







Um bjo,



Claudia Pinelli.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

TOXOPLASMOSE: O MAIOR PERIGO ESTÁ ONDE VOCÊ NEM IMAGINA



TOXOPLASMOSE: O MAIOR PERIGO ESTÁ ONDE VOCÊ NEM IMAGINA

Dra. Claudia Batistella Scaf


A toxoplasmose é uma zoonose (doença transmitida dos animais aos homens) causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii.

Infelizmente, não faz parte da rotina médica o atendimento de zoonoses, mas para nós, médicos veterinários, é muito comum.

Nós lutamos todos os dias para derrubar o mito de que o gato é grande vilão da toxoplasmose; queremos mostrar à população como realmente acontece a transmissão. Realmente, não se pode negar, o Toxoplasma Gondii é um protozoário que tem seu ciclo de vida em diversos carnívoros, mas somente no felino ele é capaz de completá-lo e infestar o meio ambiente.

Mas há um caminho longo e cheio de barreiras para que uma pessoa adquira a doença diretamente do injustiçado gato.

Em 1º lugar, não são todos os felinos que têm predisposição para fazer a doença, mas somente aqueles que ingerem carne crua ou mal assada ou que são caçadores (baratas, ratos,etc.).

Para que ocorra transmissão para o gato, é necessário que o este coma a carne que contenha os cistos do toxoplasma.

Na maioria, são animais que tem acesso à rua e que estão com seu sistema imune comprometido.

Estima-se que apenas 1%- UM EM CEM! - da população felina albergue o protozoário.

Em 2º lugar, o gato, se estiver contaminado, só elimina o parasito nas fezes durante 15 dias e apenas uma vez em toda a sua vida. Geralmente esta eliminação ocorre 10 dias após ter se infectado.

Em 3º lugar, para ocorrer a contaminação de pessoas a partir das fezes do gato, é necessário que estas fezes fiquem no ambiente por, NO MÍNIMO, 48horas, e que depois sejam ingeridas; caso contrário, o ciclo não se completa!

Os gatos possuem o hábito de limpar-se, não deixando restos de fezes na pelagem, e enterram seus excrementos.

Porém, mesmo que não se limpem, já há estudos mostrando que não há viabilidade de infecção caso hajam fezes grudadas no pêlo do animal.

A possibilidade de contaminação do proprietário do gato pelo próprio gato é mínima ou inexistente.

Acariciar um gato e tê-lo como animal de companhia não representa perigo. Mordidas ou arranhões do gato também não transmitem toxoplasmose.

O mais comum é que a doença seja adquirida via ingestão de carnes mal cozidas, e também pela ingestão de verduras e legumes mal lavados e falta de higienização das mãos após o manuseio com terra.

Tendo em vista o supracitado, é por isso que há um alto índice de toxoplasmose em Portugal, pelo alto consumo de embutidos (leia-se sem cozimento), e também em Erechim, que é o lugar com maior índice de toxoplasmose no planeta, pelo alto consumo de carne suína mal cozida.

Ademais, somente pessoas imunodeficientes ou as mulheres grávidas que nunca tiveram contato com o parasita (leia-se sem formação de anticorpos) formam o grupo de risco.

Se fizermos sorologia numa determinada população, a maioria será positiva para toxoplasmose, não pelo fato de terem a doença, mas sim porque, em algum momento da vida, houve contato com o cisto do parasita e o corpo produziu anticorpos, e estes anticorpos permanecem para o resto da vida.

Portanto, que fique bem claro que beijar, abraçar, dormir com gatos NÃO LEVA À TRANSMISSÃO DA TOXOPLASMOSE!

A prevenção da toxoplasmose se dá com boas práticas de higiene, tais como limpar a caixa de areia dos felinos diariamente, não ingerir alimentos crus ou mal-cozidos sem prévio congelamento por 48 horas, não ingerir leite in natura e embutidos não fiscalizados, limpar cuidadosamente qualquer material que entre em contato com carnes cruas, e fazer uso de luvas ao realizar jardinagem.

Além disso, evite que seu gato tenha acesso á rua e, é claro, o animal deve ser vacinado, desparasitado interna e externamente e examinado regularmente por um médico veterinário para que se evite qualquer doença.

Na dúvida?

Faça uma sorologia, sua e do seu felino, para toxoplasmose.

E por favor, não abandone seu animal de estimação!




Bjo,




Claudia Pinelli.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Descubra o cão que combina com você

Saiba quais são as raças que mais se adaptam ao seu estilo de vida, idade e sexo





Getty Images



Gostar do bicho é o mais importante na hora de escolher um cão


Ter um cachorro em casa pode ser tudo de bom para quem quer companhia. Dóceis, calmos ou sapecas, os cães costumam doar e compartilhar emoções de forma sincera sem pedir muito em troca - só comida e carinho. Às vezes, no entanto, essa relação prazerosa é prejudicada por falta de tempo, local inadequado ou estilos incompatíveis entre cão e dono. Por isso, antes de comprar ou adotar um cachorro, saiba qual raça combina melhor com o seu estilo de vida.


A reportagem do R7 listou, com a ajuda do médico veterinário e vice-presidente da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, Zohair Saliem Sayegh, os animais que melhor podem se adequar à sua rotina.


Veja quais raças são ótimas referências para conviver com crianças, jovens, adultos ou idosos, para quem mora em casa ou apartamento, sozinho ou com a família, e até para aventureiros que gostam de viajar com o seu pet. O veterinário faz algumas recomendações importantes para antes e depois da escolha do bicho de estimação.


Veja abaixo:


1 - Não compre por impulso. O cachorro é um ser vivo, não um objeto.


2 - Conheça vários canis antes de comprar. O vendedor ressalta as qualidades do animal, mas esconde os defeitos. Alguns, no entanto, como pulgas e sarna, são visíveis.


3 - Consulte um veterinário após a compra ou adoção, para conferir o estado real de saúde do bicho.


4 - Mantenha a caderneta de vacinação do cão em dia.





Para quem mora sozinho



O cão ideal para quem vive sozinho e fica horas fora de casa é aquele que faz o tipo independente, ou seja, que consegue ficar horas sem companhia, numa boa, à espera do dono. Sayegh recomenda três raças: Collie, Golden Retriever e Dachshund (o famoso “salsichinha”).


O comportado Collie, apesar do porte avantajado, fica sozinho por horas sem fazer bagunça, sofrer ou chorar. Conhecido no cinema pelo personagem Lassie, ele só muda de comportamento quando está com o dono. Na presença dele, faz o tipo devotado, seguindo-o por toda parte, o que o caracteriza como um grande companheiro.


Da mesma forma é o Golden Retriever. Calmo e muito doce, ele brinca com qualquer objeto que tenha à disposição até o dono chegar. Tranquilão e elegante, o bicho pode ainda render uma boa paquera do tipo “qual é o telefone do cachorro?” ao dono que aproveitar para se exibir durante uma caminhada.


Para criar ambos os cães com o mínimo de cuidado, mesmo sem muito convívio diário, é necessário escová-los todos os dias, pois são muito peludos.


Caso o morador solitário prefira um cachorro pequeno, o salsichinha é uma boa escolha. Bem independente, ele consegue ficar horas sem companhia, brincando sozinho. Quando o dono aparece, ele se agita e libera a energia acumulada.


Um exemplo de animal que pode dar trabalho ao morador solteiro é o Labrador. Mesmo parecido com o Golden, ele não se encaixa nesse perfil por dois detalhes essenciais: ele não gostar de ficar sozinho e precisa passear diariamente, caso contrário, se torna birrento e obeso. De acordo com o veterinário, o Labrador tende a roer e destruir objetos para preencher o tempo quando está sozinho.


E se ficar sem fazer atividades físicas, pode engordar a ponto de sofrer problemas de artrite por causa do peso em excesso.


A boa notícia é que a mania de destruição, típica da raça, pode acabar na fase adulta ou depois da castração.


Para quem mora com família e crianças


Os cães de companhia podem trazer ótimas formas de convívio em lares onde moram crianças. Raças pequenas como o Maltês, o Shih tzu, Lhasa apso e o Poodle costumam brincar com os pequenos de forma festiva, rolando no chão, sem usarem muita força, o que poderia machucá-los.


Mas, segundo o veterinário, a criança pode também ter contato com animais maiores e até mais ferozes, desde que não se aproxime deles com agressividade. - Se elas brincarem com agressividade, ele [o animal] responderá da mesma forma e, aí sim, claro, pode até mutilar.


Se a criança for um bebê que acabou de chegar ao lar, não há necessidade de privá-la do contato com o cachorro da casa. O ideal é ir deixando o animal se aproximar do berço aos poucos, sem reprimi-lo. Fechar portas ou impedi-lo de andar em locais em que ele estava acostumado a passar o deixará estressado.






Para quem mora em apartamento


Para Sayegh, não há grandes problemas em criar animais de estimação em apartamentos, desde que o tamanho do animal seja compatível com o do imóvel. Um cachorro de 40kg, por exemplo, vai fazer ao menos de dois a três litros de xixi por dia. - Imagine isso em um apartamento não muito grande.


Se ele não sair o tempo todo, ninguém consegue passar nem da porta, por causa do cheiro. Se o cão só sair aos fins de semana para passear, ele pode ainda apresentar comportamento rebelde e sofrer queda exagerada dos pelos por causa do estresse de viver em um espaço reduzido.


Por isso, o veterinário não recomenda criar raças muito grandes, tipo São Bernardo e Fila, em um apartamento de até 100 m2. Cães de companhia, ou de porte médio, como o Beagle, podem ser criados sem problemas em apartamentos pequenos, médios ou grandes.




Para quem mora em casa




Uma casa com quintal ainda parece ser o melhor lugar para se criar um cachorro, certo?


Nem sempre.


A casa, espaçosa ou não, pode tanto melhorar o bem-estar do cachorro e sua relação com o dono quanto deixar o cão fora da convivência familiar.


Se a família larga o bicho no quintal e só o vê quando leva comida, ele fica descuidado e carente.

Para mudar esse comportamento, o veterinário recomenda aos donos conviver com os animais limpos e asseados dentro da casa. A relação mais próxima entre homens e animais domésticos é uma forma saudável de troca de carinho, de acordo com Sayegh.


Na hora de escolher o cachorro para viver na sua casa, vale seguir a mesma regra do tamanho compatível. Os cães de companhia, aqueles considerados de bom comportamento, ou os de raças maiores são bem-vindos desde que tenham à disposição locais para fazerem as necessidades fisiológicas e caminharem.


Outra sugestão válida para casas são os cães de guarda. Em tempos de violência urbana, contar com eles pode ser uma escolha boa e barata. Cães das raças Pastor Alemão, Rottweiller, Fila Brasileiro, Boxer e Dálmata são os melhores para colocar possíveis ladrões para correr, de acordo com o veterinário. Os últimos dois, apesar de serem brincalhões, metem medo pelo porte avantajado.



Os cães que combinam com idosos



Os campeões de audiência entre os idosos vão desde os de pequeno porte, como o Shih tzu, Lhasa apso e Maltês, aos grandes, como o Labrador. O último, além de ser um supercompanheiro, pode servir de cão-guia para idosos com dificuldades de locomoção ou que estejam com a visão prejudicada.


Diferente da pessoa que mora sozinha e precisa ter um animal mais independente, o idoso, que tem mais tempo disponível para ficar em casa, pode se afinar com um animal que adore ficar aos seus pés ou no seu colo enquanto ele assiste à televisão, por exemplo. Os de pequeno porte podem ser as melhores companhias, pois, assim como com as crianças, não usam muita força ao interagir com os seus donos. A convivência entre animais e idosos pode ainda ser benéfica à saúde.


Segundo o veterinário, a atenção do animal atua diretamente na melhora da autoestima e na vontade de viver de seu dono, já que muitos idosos ficam sozinhos ao longo do dia. Pesquisas já comprovaram os mesmos resultados em doentes crônicos.





Os cães que combinam com jovens e adultos



O jovem normalmente adora modismos. Com os cães não é diferente. Se tempos atrás a moda era ter um Pit Bull, sua fama de brigão o fez perder o posto para o inglês Border Collie. Os cachorros desta raça são considerados muito inteligentes e dinâmicos, de acordo com o veterinário. Fora o Border, as raças de médio porte costumam fazer a cabeça de adolescentes por não fazerem muita sujeira, serem fáceis de conviver e de levar para vários lugares.


A praticidade dos médios também atrai adultos, que muitas vezes evitam raças grandes por terem filhos pequenos.



Para quem gosta de viajar com o animal (aventureiro)


Neste caso, para evitar mais trabalho além da acomodação do bicho, o veterinário recomenda ter cães de pelo curto. Além de soltar bem menos pelos, o animal com essa característica exala menos cheiro quando transpira do que os peludos. No caso de uma viagem longa, eles correm menos risco de sofrer com o calor.


Exemplos não faltam: Daschund (salsichinha), Pinscher, Boxer, Fox Paulistinha, Pug, Bulldog, Pit Bull, Chihuahua.


Vale ressaltar que a lista é de recomendações.


Como disse Sayegh, “o melhor cachorro para se ter em casa é o que a gente mais gosta. O importante é mostrar que todas as raças são boas e que podem se adequar a qualquer ambiente”.





Fonte: R7

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Tratamento espírita vira esperança para donos de animais doentes


Tratamento espiritual, no entanto, não dispensa ida ao veterinário.






Qualquer animal pode ser submetido ao tratamento espiritual. (Foto: Divulgação)




Donos de animais com fraturas, câncer ou que sofrem de ansiedade têm encontrado no centro espírita Vicente Cerverizo, na Vila Medeiros, na Zona Norte de São Paulo, uma ajuda para atravessar o momento difícil. O lugar é o único do Brasil que se tem notícia que oferece tratamento espiritual a animais de estimação. A afirmação é do veterinário Marcel Benedeti, presidente da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama).

Segundo ele, quaisquer animais são passíveis de tratamento espírita “uma vez que todos são seres que merecem atenção. Não importa se são cães, gatos, aves, suínos, bovinos ou eqüinos”, afirma Benedeti, que, apesar de ser veterinário, não mistura o trabalho do médico com o do espírita.

“Não é permitido tocar no assunto relacionado à medicina veterinária nem que alguém
ali no trabalho é veterinário. Não lemos receitas e nem damos opiniões a respeito de tratamentos médicos que os animais recebem. Portanto, ali dentro, não existem veterinários e pacientes veterinários, mas apenas espíritos necessitados de auxílio”, esclarece.

Benedeti conta que todos no grupo espírita são vegetarianos. Os donos dos animais são chamados de tutores. “Não chamamos de donos, pois acreditamos que os animais não são objetos para terem donos”, justifica.



Em busca de quê

O perfil dos mascotes que são levados ao centro é bem parecido. Eles chegam lá depois de terem passado por diversos tratamentos “físicos” sem sucesso. “As pessoas recorrem ao tratamento espiritual como meio de aliviar o sofrimento dos animais”, diz Benedeti, que costuma receber principalmente animais desenganados ou que foram recomendados para eutanásia. “É o último recurso”, diz ele.

Os donos também têm algo em comum. “São pessoas sensíveis, que se preocupam com o bem-estar de seus animais”, observa Benedeti, que complementa: “Não fazemos distinção entre tutores quanto à religião”, diz. No local, são bem-vindos católicos, evangélicos, judeus, umbandistas e, naturalmente, os espíritas.




Animais acompanham a palestra com os seus tutores antes do passe.

O veterinário Francisco Cavalcanti de Almeida, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, não vê problemas em o dono submeter o seu bichinho de estimação a um tratamento espiritual. O que não pode, afirma ele, é o animal deixar de ser levado ao veterinário.

‘Para qualquer ser vivo, existe uma enfermidade e o seu tratamento médico específico. O veterinário é o profissional capacitado para detectar qualquer sintoma ou doença e até realizar a prevenção”, afirma Almeida.




Animais desenganados

O aposentado Mário da Conceição, de 75 anos, conheceu o tratamento espiritual depois que encontrou na rua o setter irlandês Caramelo. “Levei ele para o veterinário, que constatou que Caramelo tinha problema no coração, no fígado, não enxergava e não ouvia direito e também não se firmava nas patas traseiras. Ele viveria por pouco tempo”, relembra.

O cachorro, que já devia ter cerca de 12 anos quando foi achado, foi tratado com um veterinário homeopata e, com o tempo, apresentou melhora. Paralelamente ao tratamento, Mário levava Caramelo ao centro espírita.

“A fila do passe depende do estado de saúde do animal. No começo, ele passava na frente. Depois, ele passou a entrar na fila como todos os outros. Antes, eu carregava ele no colo do carro até a sala. No fim, ele já descia do carro sozinho”, relembra.

Caramelo morreu em outubro do ano passado, mas Mário não deixou de frequentar o centro. O aposentado é responsável por outros três cães: Judite, que mora com ele, e Pretinho e Branquinho, que moram em uma pet shop mas saem para passear todos os dias com o tutor.

Quem também costuma frequentar o centro é o aposentado Antônio de Andrade, de 81 anos, dono de Diana e Juruna, um casal de fila brasileiro. A fêmea vem sendo submetida a um tratamento veterinário contra câncer há seis meses, período em que também passou a ir ao centro na Zona Norte.

Na semana passada, no entanto, Diana perdeu o movimento das pernas. “Tentei erguê-la, mas não adiantou”. Agora, o tratamento espiritual da cadela será à distância. Sim, o grupo espírita também atende, a pedido do tutor, animais doentes que não podem ir até o centro.




Palestra que antecede o passe dura cerca de 30 minutos. (Foto: Divulgação)





Por onde começar

Tutores que se interessaram pelo tratamento devem começar fazendo um cadastro na Asseama. É preciso informar nome, endereço, raça, sexo e idade do bicho de estimação, para, depois, dar detalhes sobre o problema que aflige o animal. Neste momento, a pessoa se compromete a não comer carne nem oferecê-la ao mascote no dia marcado para o tratamento.

Chegando ao centro, o tutor passa por nova entrevista e, em seguida, é encaminhado à sala de palestras. “Esta é a parte mais importante do tratamento. É neste intervalo de reserva e reflexão, quando as pessoas ouvem do palestrante orientações evangélicas, que a equipe espiritual procede ao tratamento dos animais e do tutor”, descreve Benedeti.

Após a palestra, que dura cerca de 30 minutos, o animal e o seu acompanhante entram em uma sala onde são submetidos a um tratamento por imposição de mãos durante um minuto. “Geralmente, pede-se para retornarem depois de algum tempo, que pode ser entre sete a 30 dias”.

Serviço: Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama), tel. (11) 2071-2590.



Fonte: G1

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Os cachorros sentem cheiro de medo? E Por que uivam? E por que correm atrás do próprio rabo?

Os cachorros sentem cheiro de medo?





Quando alguém diz que os cachorros percebem se uma pessoa está com medo, está certo. Mas dizer que é porque eles sentem "cheiro de medo" é um pouco de exagero. Mesmo que a primeira reação do cão seja cheirar a pessoa, não é assim que ele vai descobrir seu temor.

De acordo com a veterinária e terapeuta Rúbia Burnier, o que faz um cão agir com agressividade diante de alguém não é o cheiro, mas a atitude, a postura, a tensão muscular e a expressão facial. Se perceber que o indivíduo está com medo, o animal pode interpretar isso como uma ameaça e reagir para se defender.

"Quando sentimos medo, nosso organismo entra num estado de estresse que desencadeia reações físicas como o aumento dos batimentos cardíacos e do fluxo sangüíneo do cérebro para os músculos, aceleração da respiração, dilatação das pupilas e aumento da transpiração corporal", detalha Rúbia.

Ela diz ainda que o olfato é ferramenta crucial no processo de comunicação dos cães, e que, por meio do cheiro contido na urina e na região genital, eles transmitem suas características de personalidade e seu estado emocional. Assim, ao cheirar uma pessoa, o cachorro está procurando essas pistas, pois é isso o que ele faria se estivesse diante de outro cachorro.



Por que os cães uivam?





Cães normalmente substituem o latido pelo uivo em situações específicas para chamar a atenção.
A cena é clássica: um cão ou um lobo uivando melancolicamente, com a lua cheia ao fundo. Mas não é só nas noites mais claras de luar que esses animais uivam. E você já parou para pensar por que eles fazem isso?


De acordo com Rubia Burnier, veterinária especialista em comportamento animal, uivar é um recurso usado pelo cão para se comunicar à distância, uma ferramenta útil especialmente quando não há contato visual. Quando o animal uiva, sua voz atinge um timbre mas alto e ele pode ser ouvido de longe.

"O uivo de um cão pode ser percebido a quilômetros de distância e serve para chamar atenção, localizar e reunir os membros do grupo. Esse comportamento foi herdado do lobo e é uma característica marcante em algumas raças, como husky siberiano, samoieda e malamute do Alaska. Esses cães uivam em vez de latir", diz a veterinária.

Outro motivo que estimula o cão a uivar, ressalta a especialista, é a presença de uma cadela no cio, cujo cheiro se espalha pelo vento, atraindo machos mesmo distantes e criando assim uma "sinfonia de uivos". Uivar geralmente não significa dor ou sofrimento, mas muitas vezes serve para aliviar o tédio e a solidão. Pode ser também uma maneira de o cão extravasar sua frustração.

Segundo Rubia, cães que ficam sozinhos por períodos longos uivam numa tentativa de trazer de volta seus companheiros de matilha, no caso, a família. "O uivo também expressa excitação e contentamento, como aqueles cães que uivam quando ouvem música", exemplifica a veterinária.




Por que os cachorros correm atrás do próprio rabo?





Se você tem um cachorro de estimação, provavelmente já deve ter flagrado alguma cena do animalzinho correndo atrás do próprio rabo, em círculos. Mas você já parou para pensar qual a razão dessa atitude?

De acordo com Rubia Burnier, veterinária e terapeuta de animais, há mais de uma justificativa para esse comportamento, algumas até preocupantes para a saúde do bicho. Uma das explicações, conforme a especialista, seria a percepção de que correr em círculos desperta a atenção do dono. "O cachorro pode transformar isso numa estratégia", diz Rubia.

Também por tédio ou falta de estimulação ambiental, cães com forte instinto de caça podem canalizar essa necessidade não realizada "caçando o próprio rabo", explica a veterinária.

Outra possibilidade é a tentativa de aliviar algum desconforto presente na região do ânus ou do rabo, como pulgas, dermatites ou inflamações da glândula paranal. O mais preocupante, porém, é se o cão sofrer de estresse e desenvolver comportamentos compulsivos, segundo Rubia. "Alguns chegam a morder e mutilar o próprio rabo. Nesse caso, o dono deve procurar um especialista o mais rápido possível", alerta.






Fonte: Jornal dos Bichos

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Nota de Esclarecimento:

Não é prática do blog Omnes Angeli realizar doações, sendo facultado, caso extremamente necessário, a criação de vaquinhas para a ajuda de um animal em estado muito grave.

Neste caso, a entrega do dinheiro será claramente divulgado no blog.

A sua proposta principal é a de repassar casos de urgência, notícias, eventos e tudo aquilo que tiver alta relevância para a causa animal.

Os animais citados são de responsabilidade das pessoas informadas no corpo do texto.

Se tiver interesse em adotar ou realizar doações, entre em contato com os responsáveis através dos telefones, sites e endereços constantes no post.

Ah, e se souber do final feliz de alguma história postada aqui, por gentileza, divida essa alegria conosco.

E por fim, os textos enviados para o blog serão, ocasionalmente, corrigidos por mim, para que tenham a clareza necessária a uma compreensão livre de dúvidas, sendo mantido intacto, entretanto, o seu teor original.


Obrigada pela compreensão,


Claudia Pinelli.

Amigo não se compra! Amigo não se abandona!

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Milla e Aumiguinhos...

Angelis - Libera

Sanctus Dominus

Angeli, domini, psallite
Sancti angeli, cante domino

Angeli, domini, archangeli
Sancti angeli, laudate dominum

Servite dominum de coelis
Laudate eum in excelsis
Cantate eum omnes angeli
Omnes angeli

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Sanctus, Sanctus, Sanctus

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